ETEPA comemora 25 anos, com bastante nostalgia
Educação
2017-11-09 12:29:03
Patrícia Calado

A nostalgia esteve bem na palestra acerca dos 25 anos da Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA).

Esta escola profissional, que pertence à Associação Comercial da Beira Baixa (ACICB), nasceu há 25 anos, fruto de uma “visão estratégica”, segundo explicou Sérgio Bento, presidente da direção da ACICB.

“Em sete meses, a ACICB meteu a ETEPA a funcionar”, disse Sérgio Bento, citando atas que na altura foram escritas acerca do processo de construção desta escola. O presidente da ACICB fez ainda questão de salientar a importância de Luís Correia, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, que foi igualmente um dos fundadores deste estabelecimento de ensino.

Luís Correia tratava do “cofre” da ETEPA, era responsável pelo departamento financeiro e, em tom nostálgico, recordou os belos tempos que viveu ao serviço daquela instituição. Foram diversas as histórias contadas pelo autarca, relembrou o primeiro dia da ETEPA, que na altura situava-se “numas instalações arrendadas na Nossa Senhora da Piedade”, com a abertura de dois cursos. 25 anos depois, e agora como presidente da autarquia albicastrense, Luís Correia não escondeu o carinho que sente pela ETEPA e deixou mesmo uma garantia: “Tenho a certeza que perdurará por muitos mais anos”.

Um quarto de século já passou. Agora já não são apenas duas turmas, mas sim 10, o que, segundo Cristina Granada, presidente pedagógica da ETEPA, correspondem a 149 alunos. Esta é “uma escola com raiz albicastrense e com vontades albicastrenses”, que tem sido um sucesso.

“Muitos alunos vão para o ensino superior, outros regressam à ETEPA como professores”, referiu Cristina Granada, que relembrou ainda a oferta de Luís Correia, o ano passado. Recorde-se que a autarquia de Castelo Branco “brindou” a ETEPA com novas instalações, na antiga Escola do 1.º Ciclo da Horta D’Alva, uma cedência de 20 anos.

Já quanto ao futuro, Sérgio Bento diz ser crucial “aumentar cursos e alunos” para esta escola que é “uma eficaz alternativa aos planos curriculares”. 



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